Quando, mui feliz eu te mostrei o céu, E o sol que reluzia adiante sobre nós, Eu te disse também, com pouca voz, Que os teus olhos eram da cor do mel...
Ainda lembro mesmo distante de agora, O dia em que o sol entrou em teu olhar E refletiu no meu olhar uma bel’aurora Que até hoje nunca quis se apagar...
Só tu sabes meu amor, do calor meu, Dos cândidos afagos das minhas mãos A suavizar o teu rosto macio e lindo...
Mas, vou chorar este amor que se perdeu Nas mágoas deixadas naqueles vãos Onde está o vazio deste amor já findo....
Sou professor da UFMA. Tenho doutorado em Ciência e Tecnologia de Polímeros e Mestrado em Química Orgânica, pela UFRJ e UFF, respectivamente. Sou casado e pai de dois garotos. Moro numa zona semi rural. Nas horas livres, gosto de escrever meus poeminhas e ler bons escritores. Nos fins de semana gosto de estar com minha família reunida...É sempre uma grande festa.
Pouca voz...
ResponderExcluirQuando, mui feliz eu te mostrei o céu,
E o sol que reluzia adiante sobre nós,
Eu te disse também, com pouca voz,
Que os teus olhos eram da cor do mel...
Ainda lembro mesmo distante de agora,
O dia em que o sol entrou em teu olhar
E refletiu no meu olhar uma bel’aurora
Que até hoje nunca quis se apagar...
Só tu sabes meu amor, do calor meu,
Dos cândidos afagos das minhas mãos
A suavizar o teu rosto macio e lindo...
Mas, vou chorar este amor que se perdeu
Nas mágoas deixadas naqueles vãos
Onde está o vazio deste amor já findo....
Arão Filho.
São Luís-Ma, 28/01/2010.
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ResponderExcluirArão, que lindo seu soneto! É sempre um imenso prazer, ler os seus versos...
Que bom encontra-lo por esses sitios!
Beijos de luz e o meu carinho GRANDE...
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